
Os paradigmas estão aí para serem quebrados, mas às vezes é difícil acreditar nas exceções. Sempre acreditei que depois dos cinqüenta anos qualquer mudança radical, importante, é quase impossível. Que ninguém consegue mudar suas atitudes depois de tanto tempo aprendendo, experimentando, adaptando seu comportamento.
Pois tenho uma amiga que tem setenta e oito anos e mudou radicalmente de atitude perante a vida. Claro, ela sofreu uma perda, ficou viúva de um casamento com maisde cinqüenta anos. É certo, quando acontece algo de muito impacto as pessoas podem mesmo mudar. Mas o interessante é que essa minha amiga era dedicadíssima ao esposo, fazia tudo para ele. Alcançava a toalha no banho, servia o prato no almoço, buscava um copo d’água a qualquer hora. Carinhosa, amiga.
Porém tinha um temperamento autoritário e controlador, pessimista na maior parte do tempo. Nunca era feliz por completo, sempre tinha um “é, mas pode acontecer algo ruim”.Ele era o otimismo em pessoa, sempre tranqüilo, apaziguador, confiante.
Quandoficou viúva, temi que ela ficasse deprimida, fechada em casa, temendo o futuro, já que vivia para ele.Levou um tempo para se recuperar, sofreu, mas tocou a vida com fé e confiança. Arrumou a casa, está cuidando da aparência, demonstrando alegria e esperança no futuro, não importa como ele venha. Que venha bem.
Eu diria até que ela assumiu a personalidade do marido que morreu, quase totalmente. Ficou apenas com a fibra e a força que já possuía.Se é possível, eu não sei, mas aconteceu.
Pois tenho uma amiga que tem setenta e oito anos e mudou radicalmente de atitude perante a vida. Claro, ela sofreu uma perda, ficou viúva de um casamento com maisde cinqüenta anos. É certo, quando acontece algo de muito impacto as pessoas podem mesmo mudar. Mas o interessante é que essa minha amiga era dedicadíssima ao esposo, fazia tudo para ele. Alcançava a toalha no banho, servia o prato no almoço, buscava um copo d’água a qualquer hora. Carinhosa, amiga.
Porém tinha um temperamento autoritário e controlador, pessimista na maior parte do tempo. Nunca era feliz por completo, sempre tinha um “é, mas pode acontecer algo ruim”.Ele era o otimismo em pessoa, sempre tranqüilo, apaziguador, confiante.
Quandoficou viúva, temi que ela ficasse deprimida, fechada em casa, temendo o futuro, já que vivia para ele.Levou um tempo para se recuperar, sofreu, mas tocou a vida com fé e confiança. Arrumou a casa, está cuidando da aparência, demonstrando alegria e esperança no futuro, não importa como ele venha. Que venha bem.
Eu diria até que ela assumiu a personalidade do marido que morreu, quase totalmente. Ficou apenas com a fibra e a força que já possuía.Se é possível, eu não sei, mas aconteceu.
3 comentários:
Ana, é difícil tocar a vida com fé. Em alguns momentos ficamos tão frágeis, como uma criança ainda com seus olhos arregalados.
Talvez nunca estamos prontos. Talvez essa seja a graça e a inocência necessária para querer sempre mais da vida.
Grande beijo!
Para que haja realmente uma troca é necessário um grande choque (como o exemplo que vc deu), nós seres humanos somos frageis diante da percar, da dor, etc. E a mudança é realmente necessária para criarmos coragem de enfrentar o mundo que esta ir nos rodiando constantemente... ela que nossa atenção vinte e quatro horas, por isso temos que esta viagiando, como diz a sagrada escritura, mas não podemos deixar de viver, pois tem aqueles que vigia de mais e esquece de viver e com diz a Cecilia talvez nós seres humanos nunca estaremos pronto....
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